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Notícias

Yeee-haa! Covers bluegrass tão boas ou melhores que os originais

O bluegrass é um estilo musical norte-americano, que parece capturar um sentido de humor muito particular, alimentado a ritmos gingões e regado a aguardente caseira, ao mesmo tempo que nos dá uma sensação de conforto bucólico, graças aos instrumentos acústicos. Existem imensas bandas espalhadas pelo mundo fora que interpretam e divulgam este estilo tradicional riquíssimo - em Portugal temos um bom exemplo, os Stonebones & Bad Spaghetti, que entrevistámos há uns tempos - e algumas fizeram umas versões inesperadas de canções de outros géneros, o que só mostra que a música é uma linguagem universal.

Fomos para lá do sol posto, à procura de sons de banjo e violino sob vozes em coro de sotaque carregado, para descobrir como um estilo oriundo do meio rural consegue interpretar a música urbana na perfeição (e às vezes melhor do que os originais). E para lá do sol posto queremos dizer o YouTube.

Os Steve’n’Seagulls são uma banda finlandesa que parece ter-se especializado em versões de hard rock e metal, como Iron Maiden, Metallica e AC/DC. Sim, são finlandeses, mas apostamos que devem ter família perdida lá pelos lados do Kentucky. E se virem mais vídeos deles, vejam como o moço do acordeão está sempre a chegar atrasado e por vários meios de transporte.

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Destruição sonora: a distorção na guitarra

Não estamos a brincar quando comparamos distorção a destruição. A distorção não surgiu apenas da sobrealimentação violenta do sinal limpo da guitarra mas também da destruição de equipamentos de amplificação, às vezes de forma muito pouco acidental. Vamos conhecer esta história cheia de abusos e instrumentos cortantes.

Não há rock sem distorção, sendo talvez a característica principal que define o género. Desde Chuck Berry a abrir o seu Johnny B. Goode aos riffs do Tom Morello com os Rage Against The Machine, a distorção é o factor estético que definiu o som da guitarra no rock e seus derivados.

Inicialmente, as guitarras só tinham o seu som distorcido aumentando o volume dos amplificadores a válvulas, que saturavam de tal maneira que o som saía sujo e violento. Se para alguns isto era uma aberração, para outros isto foi uma oportunidade de tornar o seu som mais agressivo e diferente. Reza a lenda que o primeiro distorcedor consciente foi um guitarrista country chamado Junior Barnard, que esticou os limites do seu material até conseguir obter o primeiro overdrive da história, nos anos 40. Ou seja, empurrou o sinal da sua guitarra para além dos limites da onda criada originalmente pelo amplificador, quebrando-os.

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Só juntar água? A fórmula da pop de sucesso

Só juntar água? A fórmula da pop de sucesso Diz-se que estamos a ficar velhos quando a música nova nos começa a soar toda ao mesmo. Mas será verdade? O que é que faz com que uma música seja um sucesso e as outras todas não? Como é que elas chamam a nossa atenção e ficam presas no ouvido até nos levar à loucura?

O objectivo de uma música pop é entranhar-se na nossa existência e fazer dinheiro por causa disso. Há dezenas de estudos que tentaram explicar a fórmula secreta de compositores como Max Martin, que nos últimos 20 anos escreveu 22 dos maiores 100 sucessos de vendas, para artistas como Britney Spears, Katy Perry ou Backstreet Boys. Aquele Si bemol seguido de dois Dós no Hit me Baby One More Time vai ficar para sempre… está a tocar agora na vossa cabeça, não está?

Max Martin faz parte de um grupo cada vez mais reduzido de compositores que criam música pop para um rol cada vez maior de artistas, fazendo lembrar um pouco o que acontecia nos anos 50 em Tin Pan Alley, onde os melhores criadores musicais escreviam para músicos que pouco podiam fazer para cantar as suas próprias canções. Mas qual é o segredo desta comunidade seleta que moldou a música pop moderna?

Os melhores podcasts de música

Como 30 de setembro é dia mundial do podcast vamos apresentar-vos a alguns que consideramos indispensáveis, já que sabemos que vocês adoram de ouvir música, falar sobre música e ouvir os outros falar sobre músicos e música.

Mas o que é um podcast? Bem, pensem num num programa de rádio mas para a internet. Muitos saíram da Internet e foram para a rádio, e há programas de rádio que dizem que também são podcasts mas, na realidade, são apenas de gravações de programas de rádio disponibilizadas na net.

Para se fazer um podcast só é preciso ter um microfone, uma pequena mesa de mistura e um computador. Temos algum desse material no Salão Musical de Lisboa, visitem a nossa loja online e vejam os nossos produtos.

Para já, vamos conhecer alguns do podcasts mais interessantes sobre música.

Cocaine & Rhinestones

Para quem gosta de música country, mas também para quem gosta de conhecer o drama por detrás das cortinas do palco: o pai que morreu, a casa que se perdeu, o amor que partiu, o cão que fugiu, ou seja, todos os ingredientes que fazem parte do imaginário deste género, bem assente nas tragédias pessoais de quem o interpreta.

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Dia Mundial da Música

Para gente como nós, o dia da música é todos os dias. Por gente como nós queremos dizer gente que não sabe viver sem música, sem a ouvir, sem a tocar, sem falar sobre ela. É uma paixão, e uma das melhores partes da nossa vida, que gostamos de partilhar com os outros para melhorar a vida deles.

Mas, parece que desde 1975 se instituiu que o dia 1 de outubro é o Dia Mundial da Música, para ajudar a promover a arte musical em todas as suas formas em todos os sectores da sociedade, fomentando a paz e a amizade através da partilha de experiências. Ou seja, Jimi Hendrix tinha razão, ao dizer que só através da música poderíamos mudar o mundo.

Porque a música é bem capaz de ser a única coisa que todos os povos partilham, apesar de a fazerem de maneira diferente. E toda a gente reage ao ritmo, seja em que língua for.

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