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Notícias

Instrumentos de bolso

Nunca se sabe quando é que a inspiração bate ou se podem encontrar com um grupo de músicos e quererem juntar-se à banda, por isso é sempre bom estarem preparados.

Como não podem trazer o piano lá de casa às costas na eventualidade de isso acontecer, recomendamos alguns instrumentos que cabem perfeitamente no bolso do casaco que, se for de inverno e tiver muitos, pode carregar quase uma mini orquestra.

Kokiriko

Este ancestral instrumento de percussão tem origem japonesa e era usado por bailarinos da dança com o mesmo nome. É um instrumento muito simples: é um conjunto de ripas de madeira, ligadas por uma correia de couro, com duas pegas. O som que faz é muito semelhante ao de dominós a cair, mas vocês é que escolhem o ritmo.

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VAMOS DAR AO SLIDE

É uma das técnicas essenciais para qualquer guitarrista, e uma das ferramentas que devem fazer parte do seu material. O slide abre novas possibilidades para os músicos que gostam de experimentar sons novos na guitarra, e criar ambientes mágicos.

O slide deve ter surgido quando um guitarrista esvaziou a sua garrafa e decidiu deslizar o gargalo pelas suas cordas. Se calhar é por isso que associamos este som a temas mais introspectivos, mas a verdade é que pode ser usado de forma subtil ou extremamente vistosa.

Grandes guitarristas ficaram conhecidos como excelentes sliders, como Ry Cooder (banda sonora do Paris,Texas, por exemplo), Emmylou Harris, Eric Clapton, Rory Gallagher, Keith Richards, Duane Allman, Jimmy Page, e os homens do blues do delta do Mississippi como Elmore James e Robert Johnson. A música popular havaiana é também um dos géneros musicais que têm na slide guitar a base da sua estética sonora.

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Yeee-haa! Covers bluegrass tão boas ou melhores que os originais

O bluegrass é um estilo musical norte-americano, que parece capturar um sentido de humor muito particular, alimentado a ritmos gingões e regado a aguardente caseira, ao mesmo tempo que nos dá uma sensação de conforto bucólico, graças aos instrumentos acústicos. Existem imensas bandas espalhadas pelo mundo fora que interpretam e divulgam este estilo tradicional riquíssimo - em Portugal temos um bom exemplo, os Stonebones & Bad Spaghetti, que entrevistámos há uns tempos - e algumas fizeram umas versões inesperadas de canções de outros géneros, o que só mostra que a música é uma linguagem universal.

Fomos para lá do sol posto, à procura de sons de banjo e violino sob vozes em coro de sotaque carregado, para descobrir como um estilo oriundo do meio rural consegue interpretar a música urbana na perfeição (e às vezes melhor do que os originais). E para lá do sol posto queremos dizer o YouTube.

Os Steve’n’Seagulls são uma banda finlandesa que parece ter-se especializado em versões de hard rock e metal, como Iron Maiden, Metallica e AC/DC. Sim, são finlandeses, mas apostamos que devem ter família perdida lá pelos lados do Kentucky. E se virem mais vídeos deles, vejam como o moço do acordeão está sempre a chegar atrasado e por vários meios de transporte.

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Destruição sonora: a distorção na guitarra

Não estamos a brincar quando comparamos distorção a destruição. A distorção não surgiu apenas da sobrealimentação violenta do sinal limpo da guitarra mas também da destruição de equipamentos de amplificação, às vezes de forma muito pouco acidental. Vamos conhecer esta história cheia de abusos e instrumentos cortantes.

Não há rock sem distorção, sendo talvez a característica principal que define o género. Desde Chuck Berry a abrir o seu Johnny B. Goode aos riffs do Tom Morello com os Rage Against The Machine, a distorção é o factor estético que definiu o som da guitarra no rock e seus derivados.

Inicialmente, as guitarras só tinham o seu som distorcido aumentando o volume dos amplificadores a válvulas, que saturavam de tal maneira que o som saía sujo e violento. Se para alguns isto era uma aberração, para outros isto foi uma oportunidade de tornar o seu som mais agressivo e diferente. Reza a lenda que o primeiro distorcedor consciente foi um guitarrista country chamado Junior Barnard, que esticou os limites do seu material até conseguir obter o primeiro overdrive da história, nos anos 40. Ou seja, empurrou o sinal da sua guitarra para além dos limites da onda criada originalmente pelo amplificador, quebrando-os.

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Só juntar água? A fórmula da pop de sucesso

Só juntar água? A fórmula da pop de sucesso Diz-se que estamos a ficar velhos quando a música nova nos começa a soar toda ao mesmo. Mas será verdade? O que é que faz com que uma música seja um sucesso e as outras todas não? Como é que elas chamam a nossa atenção e ficam presas no ouvido até nos levar à loucura?

O objectivo de uma música pop é entranhar-se na nossa existência e fazer dinheiro por causa disso. Há dezenas de estudos que tentaram explicar a fórmula secreta de compositores como Max Martin, que nos últimos 20 anos escreveu 22 dos maiores 100 sucessos de vendas, para artistas como Britney Spears, Katy Perry ou Backstreet Boys. Aquele Si bemol seguido de dois Dós no Hit me Baby One More Time vai ficar para sempre… está a tocar agora na vossa cabeça, não está?

Max Martin faz parte de um grupo cada vez mais reduzido de compositores que criam música pop para um rol cada vez maior de artistas, fazendo lembrar um pouco o que acontecia nos anos 50 em Tin Pan Alley, onde os melhores criadores musicais escreviam para músicos que pouco podiam fazer para cantar as suas próprias canções. Mas qual é o segredo desta comunidade seleta que moldou a música pop moderna?


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